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Informações gerais e identificação
Os sistemas de iluminação médica normalmente incluem cabeças de luz simples e/ou duplas, que são fixadas em um trilho de suspensão ou braço articulado. As cabeças de luz médica geralmente são equipadas com reflexão de luz, foco, características espectrais, padrão e intensidade ajustáveis para reduzir as sombras criadas pelas luzes da sala de cirurgia. Os sistemas de iluminação médica são projetados para ajudar a iluminar as cores reais do objeto com mais precisão, uma vez que lâmpadas comuns podem causar distorções nas cores. As luzes médicas também podem ser organizadas como um sistema de pequenas fontes de luz fixadas em diferentes ângulos para uma luz cirúrgica mais consistente com menos sombras.
Uma luz cirúrgica, também chamada de foco cirúrgico ou cabeça de luz cirúrgica, é um dispositivo médico que ilumina uma área local ou cavidade do paciente durante procedimentos cirúrgicos. Quando uma combinação de várias luzes cirúrgicas é usada, muitas vezes é chamada de “sistema de iluminação cirúrgica”. Antes da iluminação cirúrgica avançada em meados da década de 1850, as salas de cirurgia eram normalmente construídas voltadas para o lado sudeste do edifício com janelas no teto para aproveitar a luz natural do sol. Portanto, os procedimentos cirúrgicos só podiam ser realizados em determinados horários do dia e sob certas condições climáticas. Mesmo com a tecnologia elétrica inicial, era difícil controlar a luz emitida, e as luzes elétricas tendiam a produzir radiação térmica significativa.
O uso de diodos emissores de luz (LEDs) e outros avanços na tecnologia de iluminação médica oferecem vantagens em relação aos tradicionais equipamentos de iluminação halógena de tungstênio e de descarga de gás. Os LEDs apresentam menor consumo de eletricidade, vida útil mais longa, menor radiação ultravioleta e geração de calor reduzida.